Totós e outros que tal

José Eduardo Bettencourt, antes de ser eleito presidente do Sporting, afirmou que gostava de manter boas relações com os rivais, FC Porto e Benfica, à semelhança daquilo que Soares Franco fazia com Pinto da Costa. No entanto, ontem, junto dos sócios leoninos de Rio Maior, o presidente lançou farpas: “Ser do Sporting é ser diferente. Nós não somos totós, somos os maiores. Não fomos apanhados em escutas e temos de nos orgulhar. Totós são os que fazem igual aos outros e são apanhados”. Os sportinguistas gostaram do sinal de força deixado.

O que se pretende dizer com isto é que, em Portugal, os clubes têm de manter relações hostis. Ou melhor, nem ter relações. Os adeptos do FC Porto não querem nada com os do Sporting e, muito menos, do Benfica. O mesmo acontece com os rivais, sem excepção. São vistos como inimigos, quase. Se existir algum tipo de ligação entre clubes, fala-se que existe uma aliança e que iso não favorece. Bettencourt tinha manifestado a intenção de manter a cordialidade com os outros líderes. Porém percebeu que, para ter o apoio dos adeptos do seu clube, precisa de os tratar como alvos a abater. É a lei do jogo.

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