A emancipação minhota

Ponto prévio: o Sp.Braga conseguiu vencer o Benfica e isolar-se no comando do campeonato português. E agora, senhores, serão eles candidatos ao título? Os mais resistentes, mais habituados às rotinas, dirão que se trata apenas de um bom início de temporada que, seguindo uma lógica normal dos acontecimentos, mais cedo ou mais irá terminar. Outros nem hesitam em responder que sim, que o Sp.Braga é realmente uma equipa candidata a intrometer-se nas contas do título. Afinal, à nona jornada, já venceu os três grandes, é líder e a única equipa invicta. Argumentos fortes que sustentam uma candidatura que não é assumida mas é desejada. Se a ideia era provar a qualidade da equipa minhota, ela ficou bem à vista.

O número sete é um simbolizador da perfeição. Ora, pode-se dizer que a exibição do Sp.Braga foi perfeita: em termos colectivos, sempre unida, tapando todos os caminhos para a baliza de Eduardo e neutralizando as peças-chave deste Benfica como são Aimar e Di María. Ou não tivessem os golos que deram a vitória aos minhotos, sido marcados aos sete e setenta e sete minutos. Se é que existem boas alturas para marcar, estas deverão ser duas delas: uma a começar, dando mais uma injecção de confiança e, acima de tudo, obrigar o adversário a ter de procurar o empate; a outra já numa fase em que a equipa de Jorge Jesus tentava de tudo para alcançar a baliza arsenalista. Até aqui, tudo correu às mil maravilhas.

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