Sorteio de reencontros e estreias

Estão definidos os adversários de Portugal no apuramento para o Euro’2012: Dinamarca, Noruega, Chipre e Islândia. A nossa selecção ncontrará de novo os dinamarqueses, que se apuraram à sua frente para o Mundial, juntando ainda longas deslocações ao leste europeu. A Dinamarca é, em termos teóricos, o adversário que maiores problemas poderá causar à progressão de Portugal, por contar indiscutivelmente com a equipa mais completa e com um nível qualitativo mais elevado do que os rivais. Aliás, o próprio seleccionador nacional, Carlos Queiroz, admitiu que a Dinamarca detém algum favoritismo neste grupo. Nos últimos dois jogos com a selecção de Morten Olsen, uma derrota – absolutamente dramática, em Alvalade, nos minutos finais – e um empate – em Copenhaga, na altura deixando o Mundial bem mais longe.

À semelhança do que aconteceu no apuramento para o Mundial deste ano apenas o primeiro classificado de cada grupo e o segundo melhor ganham direito a estar presentes na Polónia e na Ucrânia – os restantes segundos classificados disputarão um playoff de acesso, a via por onde Portugal chegou à África do Sul. Será, então, como Queiroz e Olsen prespectivaram, sobre Dinamarca e Portugal que recairão maiores probabilidades de sucesso. Há, para além desses, uma Noruega que apenas por uma vez se apurou para um Europeu, em 2000, e que não é, de todo, uma equipa que faça antever dificuldades de maior para Portugal. O último jogo entre as duas selecções foi em 2003: vitória portuguesa em Oslo. John Arne Riise, jogador da Roma com passado no Liverpool, é o principal destaque.

Chipre e Islândia são as mais frágeis do grupo. Portugal, contudo, antes de assumir qualquer jogo como sendo de menor importância deverá lembrar-se das dificuldades que encontrou para levar de vencida a Albânia na caminhada para o Mundial 2010 – cedeu mesmo um incrível empate, a zero, em Braga. Aqui poderão ser os cipriotas, embora nesse duelo Portugal leve clara vantagem: venceu os oito encontros realizados. A Islândia, onde se notabiliza Gudjohnsen, agora no Tottenham, antes no Chelsea e Barcelona, nunca defrontou a selecção portuguesa – no apuramento para o Mundial 2010, somou apenas um triunfo em oito partidas. Todas as condições, portanto, para um bom desempenho português.

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