Maradona e Domenech: Os extremos da paixão

Diego Armando Maradona regressou, dezasseis anos depois, a um Mundial. Deixou o equipamento e vestiu o fato. Manteve a paixão. É um homem de amor ou de ódios. Provocador, irreverente, desconcertante. Beija os jogadores, grita no túnel, assume o papel de líder, não se esconde, enfrenta quem o desafia como quando levava a bola colada no pé esquerdo, une os seus jogadores em torno da pátria. A sua Argentina joga com alegria, descomplexada e gosta de espectáculo. Só que tem ingenuidade. A ingenuidade de Maradona, um jogador genial que nunca irá ser um verdadeiro treinador.

Sisudo, triste, sozinho e impotente de encher o peito e lutar contra as adversidades. Incapaz de criar empatia, repleto de inimigos e sem um sorriso que seja para animar os seus jogadores. A França viveu um pesadelo no Mundial 2010. Raymond Domenech, o treinador que mais anti-corpos terá criado, mesmo tendo sido vice-campeão mundial há quatro anos, é a principal imagem. O futebol dos franceses, sem chama e sem ponta de alegria, reflecte a postura do treinador gaulês. Os problemas que surgiram em catadupa, colocando a França numa posição ridícula, foram naturais. Tristes mas naturais.

Ao longo dos próximos dias, no FUTEBOLÊS, poderá ver as imagens que mostram os momentos mais marcantes do Mundial 2010

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