Frank Lampard e Carlos Tévez: Tecnologia, rápido!

A Alemanha começou forte. Mandona e controladora dos ritmos. Jogou, atacou e marcou: dois golos antes da meia-hora, resultado bem encaminhado, com uma Inglaterra atordida, surpreendida e obrigada a esforçar-se para anular a vantagem alemã. Os ingleses reagiram bem, o segundo golo fez soar o alarme, esperaram cinco minutos para, num golpe de Matthew Upson, relançarem o jogo. E poderia, logo após, ter vindo o empate. Frank Lampard rematou de longe, em jeito, a bola bateu na trave e entrou. Jorge Larrionda e o assistente entenderam que não. A Inglaterra morreu aí e a Alemanha partiu, confiante, para uma exibição de gala.

Argentina e México. Um apuramento natural de uma selecção em busca do estatuto perdido e uma surpresa. Dois rivais. O primeiro grande teste de Diego Armando Maradona, no limbo, nos jogos a eliminar, onde os erros são proibidos e não há saída possível: só matar ou morrer. Carlitos Tévez, oportuno e matreiro, foi o primeiro a marcar. E logo festejou. Os mexicanos correram em protesto. Roberto Rosetti olhou para o árbitro assistente, consultou-o, rodeado de equipamentos verdes e apontou para o centro. Tévez estava adiantado. Demasiadamente adiantado, talvez um metro, para conseguir escapar. O golo, no mesmo dia do de Lampard, contou.

Ao longo dos próximos dias, no FUTEBOLÊS, poderá ver as imagens que mostram os momentos mais marcantes do Mundial 2010

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